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Resenha: Base e Corretivo Mineral da Contém 1g

Fui na Contém 1g comprar o Fluído Matificante (que eu sou muito apaixonada) e tive uma notícia muito triste nessa visita: descobri que a marca descontinuará esse produto.

NÃÃÃO! Mas esse é o melhor produto para matificar a pele que eu já usei! Depois de alguns minutos de desespero a vendedora disse que conseguiria alguns pra mim de outras lojas e, por precaução pedi pra ela reservar logo 3 pra eu fazer um estoque. Fiquei mais tranquila e fui ver o restante dos produtos. hihihi

E num é que eu fui num ótimo dia? Tinha uma promoção que a linha mineral estava por metade do preço!

Como eu amo a Bare Minerals e essa linha Mineral da Contém 1g tem a mesma proposta, isso me chamou atenção e a promoção também foi muito tentadora. :}

baseecorretivo_contem1g

Comprei a base e o corretivo mineral. Ambos possuem fator de proteção solar 15, sem fragrância e livre de óleo, talco e cera. Segundo a marca a linha Mineral pode ser usada em todos os tipos de pele.

pincelbase_contem1g

A base vem em um tubinho que, na parte de baixo é o depósito de base e em cima o aplicador que é um pincel com cerdas.

Para usar é só deixar a base bem levantada para que o pó caia para o pincel e aplicar com movimentos circulares. É bem simples de aplicar, não tem mistério e nem como errar. Achei que as cerdas poderiam ser mais macias porque elas são um pouco grosseiras. A cobertura é bem leve, adorei usar ela no dia a dia, dá sensação que você não tá usando nada. Ela conseguiu uniformizar minha pele de um jeito bem natural. Existem 8 cores e a minha é a Nude 04.

pincelcorretivo_contem1g

Já o corretivo é um potinho com o pó com o aplicador que é um pincelzinho bem pequeno. Para aplicar você vai depositando o produto nas áreas onde quer corrigir as imperfeições. e depois com o dedo espalha tudo pra ficar uniforme. Não achei ela muito prática, porque quando eu fui depositar o produto ele derramou e espalhou todo, ele deu uma ressecada na minha área dos olhos e, não cobriu muito bem as manchinhas. Existem 4 cores disponíveis e a minha é a Perfeito 04.

A maquiagem usando os dois produtos ficou assim:

basecontem

Um resultado bem natural.

Compraria a base novamente por ser muito prática apesar do pincel ter as cerdas duras. Já o corretivo não compraria novamente.

A base foi R$44,00 e o corretivo R$32,50. A vendedora disse que apenas algumas cores estão nessa promoção e felizmente as minhas estavam \o/

Resenha: Base e Corretivo...

Fui na Contém 1g comprar o Fluído Matificante (que eu sou muito apaixonada) e tive uma notícia m...
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A incrível história de Bill Gaines – Como um editor de quadrinhos abalou um país

Trangressores, inovadores, gênios. Existem muitos termos que podem dar nome a pessoas que quebram o Status Quo, que vão na contramão e sem perceber, acabam influenciando não só o meio em que atuam, mas todo o resto. Essas pessoas existem em todas as áreas e os quadrinhos não são uma exceção.

Nesse caso estou falando particularmente de uma pessoa: Bill Gaines (William M Gaines), um gênio que você pode até não conhecer, mas que abalou os Estados Unidos na década de 50.

foto 01

Bill Gaines

Nascido em 1922, Bill era filho de ninguém menos que Max Gaines, editor e fundador da famosa All-American Comics, na época lar de personagens como:Lanterna Verde, Gavião Negro, Flash e a revolucionária Mulher Maravilha.

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Publicação da extinta All-American Comics

Sim, parecia que o sucesso já estava encaminhado para Bill, mas se fosse tão fácil assim a vida dele não seria incrível não é verdade?

Mesmo com o sucesso de seus personagens, Max Gaines o pai de Bill vendeu sua parte na editora para a DC Comics e fundou uma outra editora, para tentar um outro nicho: os quadrinhos educativos/bíblicos para crianças. Max abriu então a editora conhecida como EC (Educational Comics).

Enquanto seu pai dava início a essa nova editora, Bill não tinha nenhum apreço, vocação ou qualquer ligação com os quadrinhos, seu sonho era ser professor de química, o que causava um certo desgosto em seu pai, que achava que Bill não seria bom em nada.

Foi então que aconteceu a primeira reviravolta: seu pai morreu em um acidente, deixando tudo para ele.

Convencido pela sua mãe, Bill assumiu a direção da editora EC, mas sua primeira grande decisão foi mudar o nome. A EC não seria mais Educational Comics e passaria a ser Entertaining Comics e agora publicaria quadrinhos de guerra, crime e faroeste. Aos poucos a lenda tomava forma.

Foto 03

Logo EC Comics

Apesar de não ser oriundo dos quadrinhos, Bill aos poucos foi pegando o jeito na administração da editora, mas as vendas nunca foram fantásticas. Por isso ele resolveu que se fosse pra continuar com as vendas baixas, ele ia ao menos publicar o que ele realmente gostava e junto com seu editor e desenhista Al Feldstein, começaram a publicar quadrinhos de terror, isso mesmo. Tanto Al quanto Bill adoravam os shows de horror que passavam nas rádios e acharam que aquilo daria um ótimo material em quadrinhos. E realmente deu.

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Bill e Al ao lado das publicações

Foi assim que eles publicaram quadrinhos como: Tales From the Crypt, (Contos da Cripta), Vault of HorrorThe Haunt of Fear e muitos outros. Chegando cada um a vender incríveis 250.000 cópias por edição. Logo todo o mercado estava imitando a EC Comics.

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Publicações da EC Comics

Mas com o sucesso, sempre vêm a perseguição. Isso foi o estopim para o início de uma era contra os quadrinhos, iniciada pela publicação do livro “A Sedução Do Inocente” escrito pelo psiquiatra Fredric Wertham, que apontava os quadrinhos como o principal causador da delinqüência juvenil.

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Fredric Wertham e a capa do seu livro

A perseguição foi longe e chegou até uma investigação do senado americano. Onde a única pessoa a defender os quadrinhos foi o próprio Bill Gaines.

Agora os Estados Unidos tinham um nome, e um rosto para perseguir.

Bill Gaines virou o inimigo número um dos Estados Unidos.

Ele foi massacrado pela opinião pública, suas vendas despencaram e culminou na criação do Comic Codes Authority, um órgão de auto-regulamentação de quadrinhos que assombrou as publicações americana por anos e imediatamente proibiu toda e qualquer publicação que entre outras coisas tivessem terror, violência e talvez não por coincidência, os nomes que continham nas principais revistas que Bill publicava como: Crime, Horror, Weird.

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Selo Comic Codes Authority

Mesmo assim Bill não se deixou abater e mudou todo seu esquema de produção para se adequar ao código, até que inevitavelmente, como um homem afrente do seu tempo ele não agüentou mais a censura que sofria, sendo a gota d’água a proibição de uma publicação onde ele enaltecia a tolerância racial, com um astronauta negro em plena década de 50. A publicação foi proibida. Bill não acatou, publicou a edição mesmo assim e posteriormente descontinuou todas as suas revistas, com exceção de uma: a revista MAD. Pois é, a famosa revista MAD foi criada na editora de Bill Gaines e até hoje é publicada, sendo uma das revistas mais famosas de todo o mundo.

foto8Revista MAD

Além disso, numa época onde ninguém valorizava os seus desenhistas, Bill fazia questão que eles assinassem as próprias obras, usassem os próprios traços e ainda colocava as biografias dos artistas da EC Comics nas publicações.

Bill Gaines influenciou, não só quadrinistas, mas cineastas, roteiristas, e toda uma gama de artista que se inspirou em obras publicadas por ele, como: John Carpenter, Stephen King, Robert Zemeckis, e muitos outros.

Bill Gaines morreu em 1992 como um homem que mudou pra sempre a história dos quadrinhos americanos. Um homem com uma vida inspiradora, de luta contra o Status Quo não só dos quadrinhos, mas de toda sociedade americana.

Essa sem dúvida é uma daquelas histórias que nos inspiram a fazer o nosso melhor sempre.

Foto 09

Bill Gaines

Quer saber mais? Sabe inglês? Então dá uma olhada nos Filmes abaixo.

Tales From the Crypt – From Comic Books to Television

httpv://www.youtube.com/watch?v=nRUAf5KmcwE

The Story of EC Comics

httpv://www.youtube.com/watch?v=ZYx-JCAc-ko

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Resenha: Loção Hada Labo Gokujyun da Rohto

Amo, amo, amo produtos asiáticos. Sempre penso “as asiáticas tem a pele muito perfeita, vou usar os produtos que elas usam pra ver se minha pele fica boa também”. (sei que tem muita maquiagem e photoshop envolvidos, mas eu não resisto!). Foi assim que eu conheci essa loção da Hada Labo, uma marca japonesa da Rohto.

Essa loção me chamou atenção por ser uma queridinha entre as japonesas, segundo a marca 1 produto é vendido a cada 4 segundos no Japão. Daí resolvi comprar pra testar.

tonico

O conceito de loção no Japão é bem diferente daqui. Nós estamos acostumadas a usar tônicos adstringentes para “limpar profundamente” a pele, enquanto no Japão o “tônico” seria a loção que devolve a hidratação para a pele e prepara para receber os cremes. Para peles sensíveis como a minha isso é ótimo pois tônicos adstringentes não funcionam comigo, irritam muito e ardem. E faz muito sentido na teoria também: se você já judiou e ressecou sua pele removendo a maquiagem e lavando, você tem que cuidar dela depois, e é aí que o tônico entra.

O tônico da Hada Labo tem 170 ml e é como se fosse uma água mesmo, não tem cheiro e nem cor. Para aplicar é só colocar um pouco no algodão e passar por todo o rosto e pescoço. Eu senti a pele absorvendo o produto quase que instantaneamente e senti que deixou minha pele mais macia.

Comprei o meu no ebay desse vendedor. Custou $19,92 sem taxa de frete e demorou 18 dias para chegar.

Produto aprovadíssimo! Já comprei outro antes do meu acabar, porque ebay né gente. Demora pra chegar por isso me garanti :}

Resenha: Loção Hada Lab...

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