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Essential Marvel Comics – Começando pelo começo

Como Galactus foi derrotado em sua primeira aparição?

Quem Peter Parker curtia antes da Gwen Stacy?

Quem encontrou Steve Rogers congelado?

Existem poucas opções de compilados em português para quem quer começar a ler o começo da Marvel Comics. Hoje em dia você pode encontrar a Biblioteca Histórica, os Maiores Clássicos e por fim a Coleção Histórica, todos da Panini, a mais recente sendo a Coleção Histórica Homem-Aranha.

Porém, a maioria está esgotada, mas vale a busca!

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Essa coleção ainda tá disponível! Corre atrás que vale muito a pena.

Mas se você quer conhecer ainda mais, e sabe o básico da língua inglesa, não pare por aí, você precisa conhecer a linha Essential Marvel Comics. Nela estão momentos imprescindíveis para os fãs de quadrinhos, como a fase Lee/Kirby no Quarteto Fantástico e Lee/Ditko no Homem-Aranha, por exemplo.

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Publicada e republicada desde 1997 a linha Essential é a opção mais em conta, republicando todos os quadrinhos da Marvel (a maioria pelo menos) em ordem cronológica em um calhamaço que tem por volta de 500 páginas e o melhor: custando em média US$ 15, ou seja uma edição Essential equivale à duas edições Marvel Masterworks (Biblioteca Histórica) pela metade do preço.

Para alguns o único problema da linha é que todas as páginas são em preto e branco, o que na minha opinião não atrapalha em nada, pois o traço do artista fica muito claro e combina muito com o clima das histórias da época.

Portanto se você pode, não deixe de ler esses clássicos do custo benefício.

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E o DC Showcase Presents conhecem? Não?! Então aguarde, essas ficam pra um outro post.

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Resenha: Yes to Blueberries Age Refresh Intensive Skin Repair Serum

Tá aí uma marca que eu adoro: Yes to.

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Para quem não conhece, a marca é bem nova, começou em 2006 nos Estados Unidos e já é uma gigante nos produtos para pele e cabelos. O diferencial da marca são os ingredientes utilizados nos produtos: extratos de frutas e vegetais que faz parte de pelo menos 95% da composição de cada produto. Outra coisa muito, mas muito legal mesmo é que os produtos são livres de crueldade (não fazem testes em animais), derivados do petróleo, parabenos e, o ingrediente que eu mais tento evitar, o Sodium Laureth Sulfate (SLS).

A Yes to tenta colocar o máximo de ingredientes naturais nas fórmulas dos seus produtos e faz muitas coisas bacanas para ajudar o meio ambiente e as crianças a terem uma educação digna e vida saudável.

De acordo com o produto principal na fórmula a Yes to vira Yes to Carrots quando o produto tem componentes da cenoura, Yes to Tomatoes quando o ingrediente principal é o tomate, e assim por diante.

E por gostar muito da marca que quero testar tudo, então comprei o Serum de Reparação Intensiva para a pele da Yes to Blueberries (Yes to Blueberries Age Refresh Intensive Skin Repair Serum).

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Como próprio nome diz o ingrediente principal do produto é blueberries (mirtílo) e 99% da fórumla é composta por ingredientes naturais (isso me chama muito a atenção).

O Serum promete deixar a pele mais macia, reduzir linhas finas de expressão e deixar a pele mais radiante. É como se ele fosse uma camada de vitamina para usar antes do hidratante. A textura do produto é um gel de textura leve com um cheiro bem suave de mirtílo e, quando aplicado na pele, fica um pouco brilhante mas não grudento. ageresfresh_close

Outro ingrediente é o algodão orgânico que promete rejuvenescer a pele e estimular a produção de colágeno, não percebi nenhuma redução expressiva de linhas, mas o uso do produto não me incomodou.

Para quem gosta de usar produtos naturais, se preocupa com o procedência do produtos e tem alergias a alguns ingredientes (assim como eu), a Yes to é uma marca super recomendada para o uso :}

O Serum custou $19,99, que foi um pouco caro comparado aos outros produtos da marca que costumam ser bem mais acessívei. Infelizmente a Yes to ainda não vende aqui no Brasil #xatiada

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Juiz Dredd: Origens – Direto da Estante #1

“Uma encomenda incomum é  entregue no Supremo Tribunal de Justiça, um pacote que forçará Dredd a liderar uma missão dentro da Terra Maldita e penetrar nos mais sombrios recônditos da história dos juízes de Mega-City Um.”

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Juíz Dredd: Origens” (capa-dura, 196 páginas, R$ 69,90) é uma grata surpresa para quem quer conhecer um pouco mais da história não só de Dredd, mas dos juízes e do sistema de justiça de Mega-City Um em si.

Através de uma jornada épica, os criadores do personagem, John Wagner e Carlos Ezquerra, nos levam de volta no tempo de uma maneira incrivelmente fluida.

Ao invés da história tomar lugar no passado, é o próprio Dredd no presente, quem nos narra os acontecimentos que levaram a derrocada do sistema tradicional de justiça e a ascensão dos juízes, enquanto parte com um grupo de juízes para a terra maldita.

Juíz Dredd: Origens” é praticamente uma road story, daquelas bem violentas, cheia de seres bizarros e reviravoltas.

Tá tudo aqui, e extremamente mastigado. Somos apresentados as origens do criador da justiça imediata, além do que aconteceu para a terra maldita ser do jeito que é, e até a história do próprio Dredd. As curiosidades são entregues uma atrás da outra.

Por fim a história ainda nos leva a questionar (não só o leitor, mas o próprio Dredd) se o sistema extremamente fascista que é a justiça imediata é realmente o menor dos males em um mundo onde a violência parece fazer parte da natureza humana.

O conto introdutório é desenhado por Kev Walker, e mostra como a encomenda que funciona como um gatilho para dar início à jornada chega até o Supremo Tribunal de Justiça. Os desenhos lembram um pouco o traço do criador do HellboyMike Mignola e combinam muito com o clima de conspiração do início do quadrinho.

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A segunda parte, é desenhada por Ezquerra, que está demais. O único ponto negativo é o colorido digital, que parece querer dar uma realidade de textura desnecessária ao belo traço do Ezquerra.

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Em “Juíz Dredd: Origens”  a Editora Mythos fez um trabalho competente, em uma edição que além da história, conta ainda com alguns esboços do Ezquerra. Esse quadrinho dá orgulho de ver na estante.

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E você, o que achou?

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