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Dica para comprar livros importados: Book Depository

Umbigueiros que dominam bem o inglês, gostam de livros, quadrinhos e tem uma graninha sobrando, fique de olho nessa sessão, aqui nós vamos dar dicas de sites de compra e seus principais diferenciais, para você procurar no lugar certo, e claro, comprar no lugar certo.

Vocês conhecem o Book Depository?

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O portal de compras BookDepository tem um catálogo bem variado, o preço é na média do mercado, mas ele tem um diferencial quase imbatível: o FRETE é GRÁTIS para o mundo todo.

 

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Isso mesmo, você pode comprar do Japão, da Malásia, do Paquistão e felizmente do Brasil e pagar zero de frete. Porém como nem tudo são flores, o frete grátis geralmente está um pouco embutido no valor do produto, mas só um pouco. Comprar no BookDepository ainda sai mais barato do que comprar na gigante Amazon, por exemplo.

 

Na Amazon total de $103,88:

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No Book Depository total de $79,38:

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Fizemos uma compra lá e o resultado foi satisfatório.
O produto chegou inteiro, em pouco mais de vinte dias. (A Amazon apesar de mais cara, entrega mais rápido.)

Para comprar no BookDepository você precisa apenas de um cartão internacional e fazer o cadastro no site, o processo é bem simples.

Para quem é colecionador de quadrinhos como eu, um ponto deixou a desejar: o quadrinho vem sem nenhuma proteção, ou seja, solto na caixa.

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The Fantastic Four Omnibus by John Byrne reúne uma das melhores épocas do quarteto, nas mãos do mestre que junto ao Chris Claremont revolucionou os X-Men. Mas isso é uma história pra outro post não é verdade?

E aí, já comprou lá? O que achou?

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Dicas de quadrinhos – Graphic MSP

Até quem não costuma ler quadrinhos deve admitir que em algum momento da vida já deu uma lidinha nos personagens brasileiros mais famosos do mundo: a Turma da Mônica. A turminha que é a porta de entrada para a leitura de 11 em cada 10 brasileiros, de 2009 pra cá ficou mais experimental e diria eu, mais adulta.
Através da liderança editorial de Sidney Gusman, o projeto que comemoraria os 50 anos de carreira de Maurício de Sousa, o criador da Mônica, teve início com uma série conhecida como MSP 50.
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Desde então foram publicados quatro coletâneas de histórias, onde artistas convidados puderam fazer a sua versão dos personagens da Turma da Mônica.
Felizmente o projeto cresceu e resultou no tema do nosso post: as Graphic MSP.
Para dar vida às Graphic MSP, Sidney Gusman inicialmente convidou quatro quadrinistas brasileiros para dar vida a histórias adultas,  sem perder a essência dos personagens. Logo abaixo vou indicar o que já saiu e devo adiantar: são espetaculares.
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Astronauta: Magnetar
Escrita e desenhada por Danilo Beyruth, essa edição abriu a série Graphic MSP com chave de ouro. O autor usa aqui o clássico personagem para contar uma história sobre saudade, loucura e claro, solidão. Em Magnetar o personagem vira um “náufrago no espaço” após cometer um erro, e precisa encontrar uma maneira de se salvar antes que seja tarde demais. Uma ficção científica que prende a atenção do início ao fim.
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Turma da Mônica: Laços
Os irmãos Vitor e Lu Caffagi (os autores e desenhistas) conseguiram fazer aqui uma obra simples e emocionante sobre a importância da amizade. Com o desaparecimento do Floquinho, a Turma da Mônica parte numa jornada para encontrar o melhor amigo do Cebolinha, com direito a muitas referências a filmes clássicos e uma arte que emula inocência e nostalgia. Uma obra belíssima em todos os sentidos.
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Chico Bento: Pavor Espaciar.
Essa é a obra da série mais recente e foi feita pelo Gustavo Duarte.
Na minha opinião a mais simples, leve e divertida das três. Em Pavor Espaciar, Chico Bento e seu primo Zé Lelé são abduzidos junto com a galinha Giserda e o porco Torresmo. O quadrinho é recheado de referências a cultura pop e têm diversas situações divertidas. É de arrancar risada mesmo.
Por fim, uma ótima notícia chegou essa semana, Sidney Gusman anunciou pelo Facebook que a última obra dessas primeira quatro edições da série vai ser lançada em Novembro e já tem nome, vai se chamar Piteco: Ingá.
Agora é só esperar. Ansiosos?

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Dicas de quadrinhos – Começando com o pé direito

Alô alô umbigueiros de plantão, vamos falar sobre quadrinhos?

Acredito que no mundo existem dois tipos de pessoas: aqueles que gostam de quadrinhos e aqueles que nunca leram um bom exemplar.

Mas o que mantém essas pessoas longe dos quadrinhos? Preconceito, ignorância, preguiça, tudo isso e mais um pouco?

Eu tenho um palpite e é algo que costuma ser o terror daqueles que querem começar: a cronologia.

 Existem histórias que precisa de um certo entendimento da vida pregressa do personagem, ou seja, a cronologia (e olha que algumas parecem ser infinitas). Isso acontece muito com os super-heróis, pra quem não tem paciência, uma simples leitura pode virar uma bagunça.

Por isso, para tentar dar um basta nisso, vamos dar dicas de quadrinhos para quem quer começar a ler e literalmente está cagando para a cronologia, uma leitura com começo, meio e fim.

Mas para não ir com muita sede ao pote, vamos começar com três:

Umbigo sem fundo

umbigocom arte

Pois é, você deve estar pensando: “Ué, mas esse é o nome do blog”, bingo!

Além de ser o quadrinho que deu origem ao nome deste humilde blog (deu pra perceber o quanto gostamos dele né?), ele é uma ótima leitura pra quem quer começar a ler quadrinhos. Escrito e desenhado por Dash Shaw a história começa quando todos os filhos de uma família são reunidos para receber um aviso dos pais: depois de muitos anos de casados eles vão se separar. A notícia cai como uma bomba na família, por quê depois de tanto tempo eles vão se separar? Esse quadrinho mostra uma família disfuncional e extremamente crível, com sacadas divertidíssimas como o filho com cara de sapo, um artifício que o autor usou para mostrar o deslocamento dele perante a família. Um quadrinho simples, que fala muito sobre a vida de um jeito emocionante.

Maus

mauscomarte

Sabe Maus? Nunca ouviu falar? Pois eu não sei o que você está esperando para ler. Maus é um dos quadrinhos mais aclamados de todos os tempos e já recebeu até o prêmio Pulitzer. Quer mais? Maus foi escrito pelo quadrinista Art Spiegelman e conta a história do pai dele, no passado e no presente, um judeu que sentiu na pele os horrores da 2ª guerra mundial e que até hoje mantêm manias e traumas daquela época que mudou a vida dele pra sempre. Em Maus, o autor usa do antropomorfismo (palavra difícil né?) para dividir os personagens: os nazistas são gatos, os judeus são ratos, os poloneses são porcos e os americanos são cachorros. Um relato incisivo e emocionante da 2ª guerra mundial.

Retalhos

retalhoscomarte

Esse é um de dois quadrinhos que vamos indicar do mesmo autor, o Craig Thompson. O cara é um mestre. Através de um traço super fluído ele conta a história de ninguém menos que ele mesmo. Criado numa família extremamente religiosa, nesse quadrinho ele mostra o amadurecimento pelo qual passou na época da adolescência, descobrindo e vivendo um amor à distância arrebatador, e além disso começando a questionar sua própria religião. Um quadrinho crítico e emocionante, uma leitura imperdível.

E aí, já leu algum desses? Tem alguma dica para os próximos posts?

Conta aí pra gente.

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